sábado, 3 de outubro de 2009

AS CURTINHAS DE SÁBADO

*** Este é o hangar da AeroSolutions, localizado no Aeroporto de Manassas, próximo a Washington DC abriga diversos jatos executivos onde a AeroSolutions conta também com seus modernos e confortáveis escritórios na parte lateral do hangar.
Olhando a foto (clique para zoom) tudo parece tranquilo, mas na verdade é uma das mais ocupadas revendas de jatos executivos dos EUA , com um sempre ocupado escritório, embora a visão exterior da foto seja de absoluta tranquilidade.




*** O CHAPÉU DE ZELAYA.
Por que será que o presidente (deposto) de Honduras não tira aquele maldito chapéu branco da cabeça ?
No inicio, pensei que era para se proteger do sol.
Depois percebi que, na verdade, Zelaya usa o chapéu no café da manhã, no almoço e no jantar.
E não o retira da cabeça por nada nesse mundo.
Se ele queria institucionalizar uma marca que o identificasse, até no meio da multidão, conseguiu - pois se tirar o chapéu ninguém o reconhecerá.
Acho essa "invenção" do Zelaya uma verdadeira palhaçada.
Ao contrário dele, que quando se olha no espelho fica com vontade de pedir seu próprio autógrafo.


*** NÃO BRINQUE COM O CRISTO , CABRAL !
Segundo o colega Jorge B. Moreno, em sua coluna de hoje no GLOBO, Cabral teria dito o seguinte, aos pés do Cristo Redentor, domingo passado, no Corcovado:
-"Senhor, Filho do Pai Eterno Todo Poderoso! Se colocares tua santa mão sobre o COI, prometo passar um mês inteiro no Rio."
Na proclamação do resultado, telefonou imediatamente para o Pezão:
- "Fala com Cristo que não precisa mais. A coisa aqui foi mais fácil do que eu esperava".
Pois bem, se esse mesmo homem se acha no direito de chamar médicos de vagabundos e agora zombar de Cristo, então eu também me acho no direito dizer que esse governador é um perfeito idiota !



*** CENAS DO RIO.
O cidadão embarcou no ônibus em Botafogo e ligou o seu IPhone para ouvir o resultado
final da seleçao do pais para sediar as Olimpíadas de 2016.
Sem cerimônia , o motorista parou o onibus e, com o trocador, pediram para o passageiro aumentar o som, permitindo que todos ouvissem.
E o dono da geringonça não se fez de rogado.
Todos se reuniram.
Mas, bem na hora da proclamação do país vencedor... acabou a bateria !

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