As pequenas empresas aéreas começam a dar o ar de sua graça sem fazer muita marola!
Elas vem atuando discretamente com equilíbrio, serenidade , mas sobretudo com determinação e sabendo onde estão pisando. Ou melhor, voando!!
Aqui citarei apenas a OceanAir e a Trip.
A primeira, para muitos que ainda não sabem, já conta até com um moderno Boeing 767, para seus vôos fretados internacionais. Agora quer ampliar sua participação no mercado doméstico , substituindo seus aviões Brasília e Fokker por uma frota mais moderna, o que implicará no fim de muitos vôos regionais.
A segunda, cujo crescimento venho acompanhando há mais de 6 anos, quando operava com apenas um avião ( o orgulho da empresa) na rota Natal/Fernando de Noronha e Recife/Fernando de Noronha. Um turbo-hélice de fabricação italiana.
Todas as vezes que esse avião pousava na ilha de Noronha, era uma festa no aeroporto!
Num desses momentos eu estava lá e fiz questão de participar da alegria de seus funcionários , que orgulhosamente me convidaram para visitar o confortavel interior da aeronave .
E a exemplo da concorrente, ela tambem está crescendo e já negocia a compra de outra voadora miuda: a Pantanal.
Mas, prestem atenção!
Como dizem no Jockey, quem vem correndo e atropelando por fora é a Jetblue americana , que como já informei , vem com toda força, expressa em 30 aeronaves para atender exatamente os vôos regionais, muitos dos quais serão abandonados pela OceanAir
Mais aeronaves, significa maior disponibilidade de assentos.
E maior número de destinos, signfica mais opção para o usuário.
Quando um país disponibiliza em sua malha aérea, um número de empresas que atendam as necessidade do mercado - entendendo-se por "atender", maiores frequências , opções de destinos e disponibilidade de assentos - então não haverá espaço para crise aérea !
O único espaço será o aéreo . . . para voar!
sexta-feira, 11 de abril de 2008
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