
Leio na imprensa hoje que a jornalista americana Melissa Bradley do New York Times, classificou o nosso Galeão como o pior aeroporto em que já esteve.
Não sei qual o grau de conhecimento aeroportuário que a colega americana tem para consubstanciar esse parecer, pois sua coluna (Frequent Traveller) não é especializada em aeroportos e seus complexos serviços.
Fazer este tipo de declaração sobre o Galeão, partindo de quem partiu, não fica mal para o Galeão, mas para a própria jornalista que assina, assim , um verdadeiro atestado de incompetência na coluna de um jornal de grande circulação e credibilidade, pois quem viaja sabe que a declaração da jornalista é um terrivel equivoco de avaliação e totalmente inprocedente..
Devo minha educação aos EUA, onde me formei . Mas, até hoje questiono o por que da eterna prepotência americana.
São os sabichões e os donos da verdade. Nem a crise melhorou essa maneira de ser.
Pois aqui vai um recado para a minha colega jornalista do New York Times, Melissa Bradley:
Para se julgar um aeroporto é preciso ser um verdadeiro especialista, o que a colega positivamente não é.
É fácil para qualquer um dizer que o aeroporto não presta, apenas porque ficou irritado com a demora no atendimento na imigração ou por uma breve retenção na alfândega.
Não sei qual o grau de conhecimento aeroportuário que a colega americana tem para consubstanciar esse parecer, pois sua coluna (Frequent Traveller) não é especializada em aeroportos e seus complexos serviços.
Fazer este tipo de declaração sobre o Galeão, partindo de quem partiu, não fica mal para o Galeão, mas para a própria jornalista que assina, assim , um verdadeiro atestado de incompetência na coluna de um jornal de grande circulação e credibilidade, pois quem viaja sabe que a declaração da jornalista é um terrivel equivoco de avaliação e totalmente inprocedente..
Devo minha educação aos EUA, onde me formei . Mas, até hoje questiono o por que da eterna prepotência americana.
São os sabichões e os donos da verdade. Nem a crise melhorou essa maneira de ser.
Pois aqui vai um recado para a minha colega jornalista do New York Times, Melissa Bradley:
Para se julgar um aeroporto é preciso ser um verdadeiro especialista, o que a colega positivamente não é.
É fácil para qualquer um dizer que o aeroporto não presta, apenas porque ficou irritado com a demora no atendimento na imigração ou por uma breve retenção na alfândega.
Quem sabe se a fila para pegar o taxi estava longa ? Ela pode ter ficado irritada.
Essas superficialidades muitas vezes esquenta o sangue de quem chegou cansado de viagem. O suficiente para que leigos como a jornalista diga uma besteira como a que publicou.
Se não foiu por esse lado , então eu a desafio a apresentar as verdadeiras razões técnicas que a levaram a essa desastrosa conclusão sobre o Galeão.
Por outro lado, me coloco a disposição da colega para dizer-lhe quem sou, dentro do universo aeroportuário, e por que estou habilitado a avaliar e classificar (tecnicamente) qualquer aeroporto.
Essas superficialidades muitas vezes esquenta o sangue de quem chegou cansado de viagem. O suficiente para que leigos como a jornalista diga uma besteira como a que publicou.
Se não foiu por esse lado , então eu a desafio a apresentar as verdadeiras razões técnicas que a levaram a essa desastrosa conclusão sobre o Galeão.
Por outro lado, me coloco a disposição da colega para dizer-lhe quem sou, dentro do universo aeroportuário, e por que estou habilitado a avaliar e classificar (tecnicamente) qualquer aeroporto.
Para facilitar, basta clicar sobre a minha foto menor na coluna esquerda desta página.
Mas... quem sabe se tudo isso não foi uma bela manobra para prejudicar a candidatura do Brasil em 2016 ?
Sorry, Melissa, but you don't know a damm thing about airport !
Mas... quem sabe se tudo isso não foi uma bela manobra para prejudicar a candidatura do Brasil em 2016 ?
Sorry, Melissa, but you don't know a damm thing about airport !
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