Esta é a terminologia utilizada na política do transporte aéreo que permite a empresas estrangeiras operarem livremente em outro país, inclusive no transporte doméstico (não confundir com a 5ª liberdade).
Se o Brasil fosse um daqueles países cravado no meio do nada, na Africa, eu também não diria nada.
Mas no caso presente, a cobiça se justifica pois as empresas aéreas estrangeiras já perceberam o ponto fraco do nosso transporte aéreo : falta de assentos, gerados pela necessidade de um volume maior de aeronaves para atender a crescente demanda do mercado.
O assunto foi informalmente discutido nesse fim de semana na Escola Superior de Guerra, no Rio, e que contou com os mais variados segmentos ligados a essa área da aviação.
A conclusão do debate, organizado pelo Brig. Jorge Godinho Nery, não poderia ter sido outra.
Quase todos foram contrários a efetivação dessa medida.
No caso da AZUL Linhas Aéreas Brasileiras, que brevemente estará contribuindo para a ampliação desse mercado, quando iniciar suas operações com 32 aeronaves, é diferente.
Embora ligada a Jet Blue americana, será uma empresa de capital brasileiro.
E mais : voando com todas aeronaves compradas na EMBRAER ! Iniciativa que ainda não passou pela sala dos executivos da concorrência.
segunda-feira, 9 de junho de 2008
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